Tópico Oficial Estúdios First Party e Parcerias do Xbox Game Studios

Creis92

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Pernambuco
A Playground está construindo meticulosamente as lideranças do time de desenvolvimento do RPG deles. O processo desse último ano demonstrou que qualidade está acima de qualquer prioridade agora, e o Phil demonstrou satisfação de poder dar esse tempo a eles. Certamente colherão os frutos dessa paciência.
Mas isso me faz pensar que, se brinca, esse jogo ainda não vai ser anunciado ano que vem. A quantidade de vagas abertas para líderes de times do RPG a absurdamente grande. Não que eu me importe em atraso por qualidade.
 

Saci

Heimdall dos Pampas
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Mas isso me faz pensar que, se brinca, esse jogo ainda não vai ser anunciado ano que vem. A quantidade de vagas abertas para líderes de times do RPG a absurdamente grande. Não que eu me importe em atraso por qualidade.
É, e isso já se sabia (a informação estava disponível, pelo menos) semana antes da E3, logo eu não esperava agora. E sim, corre risco de ano que vem não ter nada também. A Playground tem um histórico de eficiência muito bom. Provavelmente estão tentando montar a melhor estrutura possível para depois os projetos andarem de forma muito satisfatória. Outra prioridade deles é não deixar criar uma cultura de crunch no estúdio, assim eles mantem as pessoas motivadas e conseguirão atrair E MANTER talentos. Para o crunch não ser necessário, você primeiro precisa entender o que você quer fazer, e a capacidade realista da sua equipe em realizar isso. Você imagina a merda se, nessa altura da campeonato, a MS anuncia a data do próximo RPG e a equipe nem pronta está. Fatalmente seria uma data não baseada na realidade, mas sim no desejo da publisher. E nós já sabemos o que acontece: atrasos, stress, crises na equipe com mudanças traumáticas ao longo do projeto... Isso tudo que a liderança da Playground está tentando prevenir.
 

Lightwarrior8

Jogador
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Juiz de fora
É, e isso já se sabia (a informação estava disponível, pelo menos) semana antes da E3, logo eu não esperava agora. E sim, corre risco de ano que vem não ter nada também. A Playground tem um histórico de eficiência muito bom. Provavelmente estão tentando montar a melhor estrutura possível para depois os projetos andarem de forma muito satisfatória. Outra prioridade deles é não deixar criar uma cultura de crunch no estúdio, assim eles mantem as pessoas motivadas e conseguirão atrair E MANTER talentos. Para o crunch não ser necessário, você primeiro precisa entender o que você quer fazer, e a capacidade realista da sua equipe em realizar isso. Você imagina a merda se, nessa altura da campeonato, a MS anuncia a data do próximo RPG e a equipe nem pronta está. Fatalmente seria uma data não baseada na realidade, mas sim no desejo da publisher. E nós já sabemos o que acontece: atrasos, stress, crises na equipe com mudanças traumáticas ao longo do projeto... Isso tudo que a liderança da Playground está tentando prevenir.
Boa , deixemos os caras trabalhar . Só espero que a MS não sucumba a pressão da mídia e dos jogadores pedindo datas e informações do jogo. Exemplo de jogos que poderiam ser melhores e não foram por falta de tempo e pressão tem aos montes no Xbox.
 
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Saci

Heimdall dos Pampas
Moderador
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Edit:
Esquece, galera . 😭
Outro dia o Spencer comentou sobre essa questão do impacto das negociações de licenças na disponibilidade dos jogos nas lojas digitais.
Pense que antigamente a coisa era pensada para o período em que se pretendia imprimir os discos, e depois era um a questão de você garimpar uma cópia usada por aí.
Foi na geração anterior que a mídia digital ganhou força, e foi nessa geração que se sentiu o reflexo negativo de negociações de direitos (pois os prazos começaram a acabar nos últimos 3 ou 4 anos).
Segundo o Spencer, hoje os contratos estão sendo feitos de forma diferente, já prevendo essa questão. Não foi dito nenhum detalhe sobre essas mudanças, mas fico aliviado de saber que pelo menos houve alguma movimentação nesse sentido.
 

jairopicanco

Viciado
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Manaus
Outro dia o Spencer comentou sobre essa questão do impacto das negociações de licenças na disponibilidade dos jogos nas lojas digitais.
Pense que antigamente a coisa era pensada para o período em que se pretendia imprimir os discos, e depois era um a questão de você garimpar uma cópia usada por aí.
Foi na geração anterior que a mídia digital ganhou força, e foi nessa geração que se sentiu o reflexo negativo de negociações de direitos (pois os prazos começaram a acabar nos últimos 3 ou 4 anos).
Segundo o Spencer, hoje os contratos estão sendo feitos de forma diferente, já prevendo essa questão. Não foi dito nenhum detalhe sobre essas mudanças, mas fico aliviado de saber que pelo menos houve alguma movimentação nesse sentido.
Hoje o público quer a mídia digital com disponibilidade permanente, seja para jogos já adquiridos, seja para os que ainda pretende adquirir.
Então passaram a pensar em estratégias que permitam uma monetização mais longeva desse conteúdo, por meio dos serviços. E na transição do Xbox One para o Scarllet veremos isso com ainda mais força, pois já são mais de 2 mil jogos digitais lançados cuja biblioteca geral crescendo muito rapidamente.
 
Última edição:

xJohnKennedy

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Goiás
Resumindo: Microsoft vai comprar.
Na melhor das hipóteses a sequência seria exclusiva produzida pela Obsidian e distribuída pela Sega. A única IP que vejo a Microsoft comprando seria The Outer Worls e mesmo assim a depender da recepção do game.

Edit: logo depois me bateu a dúvida: a IP já é da Obsidian não é mesmo?
 

Saci

Heimdall dos Pampas
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Da Game Informer, entrevista com o Tim Schafer:


Durante a E3 deste ano, foi anunciado que a Microsoft está adquirindo a Double Fine Productions(criadores de Broken Age, Grim Fandango) para se juntar à Xbox Game Studios.
O que essa aquisição significa para Double Fine, um estúdio que é notoriamente independente? Será que a assinatura do estúdio, a sensação única, será repaginada? Com a lista de títulos maravilhosamente esquisitos da Double Fine, é uma preocupação razoável, mas o CEO da Double Fine e o presidente Tim Schafer tem sido rápidos em responder a esses medos (ele até fez isso imediatamente enquanto estava no palco da conferência de imprensa da Microsoft ). Nós nos sentamos com ele na E3 para entender melhor essa transição.
"Nós realmente não estávamos a procura de ser adquiridos, mas estávamos falando sobre outras coisas e [a Microsoft] mencionou que eles estavam fazendo isso com outras empresas e essas outras empresas parecem ter identidades muito fortes, como a Ninja Theory", diz Schafer. "Essas não são empresas que querem ganhar dinheiro com produtos da Microsoft. Perguntamos à [Microsoft] por que eles estavam querendo adquirir empresas, e eles conversaram sobre a criação de conteúdo amplo e diversificado para o Game Pass."
No começo, porém, Schafer tinha dúvidas sobre a mudança de identidade de seu estúdio ou que esse movimento resultaria em menos liberdade criativa.
"Eu estava muito preocupado com nossa cultura e identidade", diz Schafer. "Eles explicaram a nova maneira de fazer essas aquisições com estúdios desconectados que não são integrados à Microsoft. Eles são deixados sozinhos, fazem suas próprias coisas e permanecem independentes, mas são bem financiados. Parece um bom negócio."
Psychonauts 2 ainda está lançando em todas as plataformas prometidas (PS4, Xbox One, PC) e Schafer mencionou que as recompensas de backers na Fig, assim como outros compromissos que a equipe fez, serão cumpridas.

Ajuda que a Microsoft e a Double Fine tenham uma longa história de trabalho em conjunto através de parcerias em jogos como Kinect Party e Iron Brigade, então um acordo de longo prazo não é completamente inesperado. Dá a Double Fine mais segurança financeira para continuar seus jogos peculiares característicos.
"Eu acho que é perfeito para nós, porque podemos nos concentrar em fazer nossos jogos estranhos inspirados, e não nos preocupar sobre como vamos obter o nosso próximo acordo. Não estamos perseguindo nosso próximo financiamento e pensando em quantos mais meses de financiamento ainda temos, o tempo todo ".
Quando perguntado se a Double Fine permitiria que outras equipes da Microsoft trabalhassem em um de seus IPs, Schafer disse que, embora não "faça imediatamente sentido fazer com que outra pessoa as faça", ainda assim seria uma decisão "caso a caso".
"Se alguém gosta de uma IP, tipo 'eu cresci jogando Middle Manager of Justice e realmente quero colocar toda a minha equipe de desenvolvimento para fazer um título dele', quero dizer, nós conversamos com eles, mas é mais provável que façamos o nosso próprio [de nossas IPs]. "
Schafer falou brevemente sobre Starbreeze também, a empresa que anteriormente estava publicando Psychonauts 2. Após o lançamento do The Walking Dead, do Overkill, e a consequente instabilidade financeira, ficou evidente que o Starbreeze pode não durar muito mais . Schafer reflete que o relacionamento do estúdio com a Starbreeze foi positivo, mas que a aquisição da Microsoft promete mais estabilidade e segurança.
"Starbreeze teve alguns desafios", diz Schafer. "Eles sempre cumpriram seu compromisso conosco. Eles sempre pagaram suas faturas. Eles nunca, você sabe, eles não estavam ficando esquisitos com a gente. Mas não estava 100% certo de que haveria o suficiente deles hoje lá para ser capaz de suportar o jogo do jeito que a Microsoft pode. [A aquisição] garante que o jogo seja totalmente polido e que não reduzamos os níveis dele. "
 

Saci

Heimdall dos Pampas
Moderador
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Boa pergunta. Eu não queria que a série Horizon entrasse num hiato grande pois os jogos são maravilhosos.
São equipes diferentes mesmo, se demorar mais do que 2 anos pra sair, é porque resolveram dar mais tempo ao novo jogo. "Hiato grande" eu duvido muito, o que pode acontecer é eles brincarem com outra IP de corrida e deixar a serie Horizon pra depois. Mas creio que no máximo em 2021 teremos um novo jogo de corrida da Playground.