Qual foi o ultimo jogo que você terminou? Dêem sua opinião/nota

tric-one

Viciado
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338
Brasil
Senta que lá vem história. Esse post será longo porque será minha opinião detalhada do jogo Ryse Son of Rome. Pega a pipoca e boa leitura.
Caso não tenha paciência de ler, aqui vai o resumo:
É um puta dum jogão. Fim.
Ryse Son of Rome é um hack n' slash maravilhoso, do começo ao fim. A história é interessante, os gráficos são embasbacantes,a imersão que o jogo proporciona é rara de se ver em jogos e o multiplayer é viciante.


A história é sobre a ascensão de Marius Titus no exército romano e como ele salva Roma de seus inimigos. Há oito capítulos no jogo, alguns são curtos e outros são longos. Somados deixam o jogo com uma duração adequada, se houvesse mais capítulos ou se os capítulos existentes fossem alongados, daria a impressão de encheção de linguiça. Realidade e fantasia se misturam, lembrando vagamente a trilogia Lords of Shadow de Castlevania. Se há, por um lado, batalhas entre os romanos contra os povos germânicos na Britannia (atual Inglaterra), por outro é mostrada a mitologia romana, com direito a uma briga entre divindades romanas. A jogabilidade também lembra vagamente também a franquia Castlevania porque tem um sistema de combos que podem regenerar vida ou aumentar o dano causado. Além disso, o jogador pode escolher se recebe mais experiência ou foco. Foco é um conceito chave nesse jogo: Quando se atinge um certo nível de foco, os inimigos ficam lentos e uma carnificina acontece na tela. Carnificina mesmo, com direito a amputações, estrangulamentos, estripamentos, afogamentos e até atirar inimigos na fogueira! Nisso o jogo lembra bastante Splatterhouse. Curiosamente, não há decapitações no jogo. Não vou dizer que senti falta delas, mas se elas estivessem lá, seria algo a mais bem legal.

Os gráficos do jogo são incríveis. As armaduras dos soldados romanos, os detalhes dos escudos dos inimigos, a iluminação, há até faíscas quando as espadas se colidem! Há muitas variações de cenários: Desde a aparente calma Roma até florestas sombrias da atual Escócia. O que mais me chamou atenção foi o capricho dado aos detalhes dos personagens. Cada patente do exército romano tem uma armadura, cabeleira e armas diferentes. À medida que o se progride no jogo, Marius ganha novas habilidades e pode até liderar os soldados em formações militares da época. Tudo feito com muito capricho. Lembro que a primeira vez que o Marius fez a formação testudo (uma formação militar defensiva na qual os soldados colocam os escudos à sua frente e em cima da cabeça, fazendo parecer uma tartaruga ao avançar) o meu queixo caiu. Cada vez que uma flecha acertava o meu escudo, o controle tremia e eu podia ouvir alguns soldados respirando pesado, como se estivesse com medo. Além dessa formação, há outras coisas legais no jogo que saem um pouco da rotina hack n' slash, como atirar pila (uma lança de madeira com ponta de ferro bem fina), usar balistas e destruir armas de cerco inimigas, como catapultas e lançadoras de flechas.

A parte que eu mais joguei foi o multiplayer. O multiplayer do jogo é um simulador de gladiadores. Ele é cooperativo e o objetivo é matar os inimigos fazendo o maior combo possível. Meu recorde é de 1318 golpes e estou no nível 1100 do multiplayer. Na DLC o modo multiplayer é expandido, dando acesso a mapas bem mais legais e ao modo sobrevivência que é uma delícia de se jogar. Definitivamente vale muito a pena pegar a DLC. Meu recorde no modo sobrevivência é de 75 minutos, estou tentando chegar a 100 minutos, será que consigo? Quem quiser me ajudar nessa empreitada é só me add e chamar pra jogar.

É isso. É um ótimo jogo que peguei no gamepass e fiz questão de comprar para jogar quando minha assinatura do gamepass acabar. O que me deixou muito chateado é saber que provavelmente esse jogo não terá continuação devido a uma briga entre a Crytek e a Microsoft. Se houver continuação, será uma ótima notícia e uma compra certa. Caso contrário, o jogo será uma pérola na história dos videogames. Um daqueles jogos que daqui a 5, 10, 20 anos vou tirar o xbox one empoeirado de uma caixa de papelão, inserir o disco, jogar novamente e me divertir à beça. É o melhor hack n' slash que já joguei.
nota 97/100 - Só não levou 100 porque deveria ter mais tripas arrancadas e decapitações.:blush:
 

Jogador76

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130
71
Shadow of the Tomb Raider

Eu gostei e recomendo. Depois de terminar a história principal e mesmo com FH4, AC Odyssey instalados no HD, estou voltando pra fazer os 100% no TR.

Ponto fraco na minha opinião são os milhares de coletáveis do jogo. Mas isso muita gente acha ponto positivo, mas eu não gosto. A cada dois passos tem algo pra você pegar. Eu deveria simplesmente conseguir ignorar, mas não consigo. Haha

Visualmente é um dos jogos mais bonitos que já vi, com exceção dos personagens secundários, que são muito esquisitos, mal animados, sei lá.

Resumindo, pra quem gosta do estilo, tem que jogar. Pra quem já jogou os outros, tem que jogar este também. [emoji3]
 

tric-one

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528
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Terminei o Alice Madness Returns.
Já tinha jogado essa belezinha no PS3 e é um puta dum jogão. É um jogo abarrotado de mensagens subliminares. Depois que você termina o jogo e joga de novo vai entender "ah, tá nessa fase é assim por causa daquilo". A temática do jogo é pesada e trata de temas cabulosos como estupro, assassinato, suicídio e, claro, loucura. A melhor fase é a das terras da rainha de copas, Queensland, que tem inimigos zumbis e a Alice giganta! O que eu não gosto nesse jogo são as fases da Alice quando não está no país das maravilhas, ainda bem que essas fases são curtas. Recomendo o jogo para quem curte hack n' slash, terror e puzzles.
 

tric-one

Viciado
528
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Brasil
Terminei o Assasssin's Creed Rogue.
Jogo muito bom, há muitas melhorias em comparação com o Black Flag. A principal melhoria foi na metralhadora do convés dos navios e nos barris lançados pela popa. O que eu não gostei é que não tem modo online, eu curtia tanto o multuplayer do Black Flag, e tem muitos coletáveis. Se tivesse modo multiplayer e ao invés daquelas luzinhas da abstergo umas missões navais, seria o melhor Assassin's Creed de todos.
Nota 90/100.
 

Morts

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6,725
Cotia
Senta que lá vem história. Esse post será longo porque será minha opinião detalhada do jogo Ryse Son of Rome. Pega a pipoca e boa leitura.
Caso não tenha paciência de ler, aqui vai o resumo:
É um puta dum jogão. Fim.
Ryse Son of Rome é um hack n' slash maravilhoso, do começo ao fim. A história é interessante, os gráficos são embasbacantes,a imersão que o jogo proporciona é rara de se ver em jogos e o multiplayer é viciante.


A história é sobre a ascensão de Marius Titus no exército romano e como ele salva Roma de seus inimigos. Há oito capítulos no jogo, alguns são curtos e outros são longos. Somados deixam o jogo com uma duração adequada, se houvesse mais capítulos ou se os capítulos existentes fossem alongados, daria a impressão de encheção de linguiça. Realidade e fantasia se misturam, lembrando vagamente a trilogia Lords of Shadow de Castlevania. Se há, por um lado, batalhas entre os romanos contra os povos germânicos na Britannia (atual Inglaterra), por outro é mostrada a mitologia romana, com direito a uma briga entre divindades romanas. A jogabilidade também lembra vagamente também a franquia Castlevania porque tem um sistema de combos que podem regenerar vida ou aumentar o dano causado. Além disso, o jogador pode escolher se recebe mais experiência ou foco. Foco é um conceito chave nesse jogo: Quando se atinge um certo nível de foco, os inimigos ficam lentos e uma carnificina acontece na tela. Carnificina mesmo, com direito a amputações, estrangulamentos, estripamentos, afogamentos e até atirar inimigos na fogueira! Nisso o jogo lembra bastante Splatterhouse. Curiosamente, não há decapitações no jogo. Não vou dizer que senti falta delas, mas se elas estivessem lá, seria algo a mais bem legal.

Os gráficos do jogo são incríveis. As armaduras dos soldados romanos, os detalhes dos escudos dos inimigos, a iluminação, há até faíscas quando as espadas se colidem! Há muitas variações de cenários: Desde a aparente calma Roma até florestas sombrias da atual Escócia. O que mais me chamou atenção foi o capricho dado aos detalhes dos personagens. Cada patente do exército romano tem uma armadura, cabeleira e armas diferentes. À medida que o se progride no jogo, Marius ganha novas habilidades e pode até liderar os soldados em formações militares da época. Tudo feito com muito capricho. Lembro que a primeira vez que o Marius fez a formação testudo (uma formação militar defensiva na qual os soldados colocam os escudos à sua frente e em cima da cabeça, fazendo parecer uma tartaruga ao avançar) o meu queixo caiu. Cada vez que uma flecha acertava o meu escudo, o controle tremia e eu podia ouvir alguns soldados respirando pesado, como se estivesse com medo. Além dessa formação, há outras coisas legais no jogo que saem um pouco da rotina hack n' slash, como atirar pila (uma lança de madeira com ponta de ferro bem fina), usar balistas e destruir armas de cerco inimigas, como catapultas e lançadoras de flechas.

A parte que eu mais joguei foi o multiplayer. O multiplayer do jogo é um simulador de gladiadores. Ele é cooperativo e o objetivo é matar os inimigos fazendo o maior combo possível. Meu recorde é de 1318 golpes e estou no nível 1100 do multiplayer. Na DLC o modo multiplayer é expandido, dando acesso a mapas bem mais legais e ao modo sobrevivência que é uma delícia de se jogar. Definitivamente vale muito a pena pegar a DLC. Meu recorde no modo sobrevivência é de 75 minutos, estou tentando chegar a 100 minutos, será que consigo? Quem quiser me ajudar nessa empreitada é só me add e chamar pra jogar.

É isso. É um ótimo jogo que peguei no gamepass e fiz questão de comprar para jogar quando minha assinatura do gamepass acabar. O que me deixou muito chateado é saber que provavelmente esse jogo não terá continuação devido a uma briga entre a Crytek e a Microsoft. Se houver continuação, será uma ótima notícia e uma compra certa. Caso contrário, o jogo será uma pérola na história dos videogames. Um daqueles jogos que daqui a 5, 10, 20 anos vou tirar o xbox one empoeirado de uma caixa de papelão, inserir o disco, jogar novamente e me divertir à beça. É o melhor hack n' slash que já joguei.
nota 97/100 - Só não levou 100 porque deveria ter mais tripas arrancadas e decapitações.:blush:
Começei esse jogo e estou jogando, até agora estou gostando.
 

IronLexPM

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Barbacena


Nota : 8.0

Os grandes destaques do game pra mim foram seus gráficos e ambientação. Jogando no Xbox One X é um verdadeiro deleite aos olhos. O jogo tem bem menos ação que seus anteriores, a maior parte vc passa explorando.

A dublagem ficou boa, mas em alguns pontos não tem sincronia. Gostei da escolha dos dubladores para os personagens principais, mas alguns secundários fica aquela de um ator com uma voz de adulto dublando um personagem infantil.

O jogo tem passagens de ação aos moldes da série Uncharted que são bem legais.

Não é o tipo de jogo que vai te marcar com um enredo espetacular, mas com certeza é diversão garantida. Pra quem curte gamescore, fiz 800G sem me dedicar mto a elas.
 
Última edição:

Creis92

Viciado
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Pernambuco
Terminei SOMA no PS4. Foi uma experiência que somou muito para mim. O terror desse jogo é um tanto leve se comparado a jogos como Outlast e Alien Isolation, mas a narrativa/história é simplesmente maestral. É incrível. Muito bem escrita. A Frictional definitivamente sabe como fazer bons mistérios. Eles só não sabem polir muito bem o jogo. O framrate caía a ponto de travar o jogo em algumas partes.

Nota: 8.5

Enviado de meu SM-J700M usando o Tapatalk
 
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Reações: Edu Barros

Tauguro

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Rio de Janeiro
O ultimo jogo que terminei (só de raiva), foi essa porcaria aqui



The Coma: Recut

O pior jogo que joguei nessa geração e um dos piores que joguei na vida, jogo só me deu dor de cabeça com o seu gameplay HORRÍVEL.

Passem longe.

Nota 0
 

Vitor Vaz

Viciado
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Rio de Janeiro
Celeste - Jogo incrível, história fenomenal e jogabilidade muito boa. Foi bem justo a indicação ao Goty. O único porém dele é que sua dificuldade não me inspirou a explorar mais o jogo pra pegar os morangos e ir na áreas secretas, diferente de Ori que assim que zerei quis refazer o jogo de novo pra pegar o 100%. Mas ainda assim é muito e recomendo a todos.

Enviado de meu Moto G (4) usando o Tapatalk
 

Tauguro

Viciado
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Rio de Janeiro
Finalizei o Final Fantasy XIII depois de anos nesse fds. Acho curioso olhar para as minhas conquistas, algumas desbloqueei em 2016, outras em 2018 e agora em 2019. Só curiosidade mesmo.

E o que eu posso falar sobre esse game? Eu gostei dele.

Sou fanboy da franquia, admito, mas serio, eu gostei dele. Seu sistema de batalha nao é perfeito, LONGE disso, mas tem a magia dos combates em turno que eu gosto muito/ pode ficar anos e anos sem jogar, mas quando volta, é só da uma treinada que PLAU, vc se lembra de praticamente tudo e volta a se divertir, como magica.

Diria que o FF XIII nao é melhor que o XV, mas digo com tranquilidade, que a sua sequência, o XIII-2, é sim, muito melhor que o XV, que é um exaustivo esmaga botoes com vc no meio, entendendo nada o que esta acontecendo.



Ah, e a historia? Meu, joguei o jogo com longas pausas, lembro de praticamente nada, nessa vou ficar devendo, desculpa ai.


Nota 7
 
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Morts

Viciado
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Cotia
Apos 106h04m eu terminei o Persona 5.
O que dizer desse jogo? Simplesmente o melhor jrpg que ja joguei...até pq nem joguei tantos....kkkkk
Serio mesmo, gostei muito do jogo, posso dar uma nota 10 tranquilamente.
Se eu puder ter 1 critica eu achei q ele demora demais para acabar, mesmo a historia estando toda amarrada, 104h da aquela cansada.
Mas no geral é um otimo jogo.
 
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Reações: Shivan

felipconte

Jogador
158
112
Chapecó/SC
Hitman.
Bom jogo. No começo, há uma empolgação muito boa, mas depois, vai ficando enjoativo. Se você quiser assassinar apenas os alvos designados acaba ficando uma década pra achar a oportunidade perfeita e, apesar de ser legal fazer isso uma ou duas vezes, na terceira você sai atirando em todo mundo.

Nota 7,5.


Ryse Son of Rome é um hack n' slash maravilhoso, do começo ao fim. A história é interessante, os gráficos são embasbacantes,a imersão que o jogo proporciona é rara de se ver em jogos e o multiplayer é viciante.
Confesso que nunca dei muita bola pra ele, mas vou experimentar.
 
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Reações: tric-one